A Mulher Que Acreditava Ser Presidente dos E.U.A

Com A Mulher Que Acreditava Ser Presidente dos E.U.A.,o realizador volta ao registo cómico que assumira em Tráfico (1998), apesar de A Mulher Que Acreditava... ser um filme histérico e frenético, onde a sátira social que punha em causa os bons costumes de Tráfico é substituída por uma visão do que os Estados Unidos da América representam nos dias que correm. A história é da autoria do próprio realizador e conta-nos o dia-a-dia de uma mulher que, tal como o título indica, acredita ser a nova presidente dos Estados Unidos da América. Podemos dividi-la em três actos, consoante as cores da bandeira de Portugal e dos fatos da personagem principal: um vermelho (onde a Presidente nos é apresentada entre maneirismos e correrias, assim como a Secretária de Estado e as oito senhoras do Comité), um verde (em que acompanhamos as tarefas da Presidente depois da sua decisão de abrir a Casa Branca a todas as mulheres no dia do seu aniversário) e um amarelo (quando o dia do aniversário finalmente chega e o resultado catastrófico da sua iniciativa).

2003

Argumento:
João Botelho (a partir de uma ideia original de Leonor Pinhão)

Produção:
Paulo Branco

Direcção de Fotografia:
Inês Cravalho

Direcção de Som:
Philippe Morel

Montagem:
João Botelho
Pedro Marques
Waldir Xavier

Direcção Artística:
Catarina Amaro

Actores principais:
Alexandra Lencastre
Rita Blanco
Laura Soveral
Suzana Borges
Lia Gama
Lídia Franco
Maria João Luís
Rosa Lobato Faria

Distribuição
Atalanta Filmes e Madragoa Filmes

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